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sábado, 23 de abril de 2011

7 Porteiras - Campina Grande do Sul

Neste sábado de aleluia partimos, de carro, da Klemba Bikes (www.klembabikes.com), às 13hs para um pedal na região de Campina Grande do Sul.

O convite partiu do Gustavo e do Henrique e, como não somos de fazer desfeitas, 5 bikers aceitaram o desafio, que para mim foi inédito.



Saímos do posto de Campina Grande, às 14 hs e, de cara, a primeira subida deu o ar da graça... Entre subidas e descidas, algumas de fritar a musculatura, chegamos nas famosas porteiras.


Na verdade, grande parte da trilha é feita dentro de fazendas particulares que margeiam o rio Capivari e a Serra do Mar.
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 A Serra do Mar, o Rio Capivari e sua extensa represa nos acampanharam em grande parte do pedal formando um extraordinário cartão postal.



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Depois de pedalados mais ou menos 25km pegamos uma estrada cercada por Pinos que simplesmente era impossível pedalar. O terreno era tão argiloso que empurrar a bike na subida ficava difícil. Mas apesar das dificuldades conseguimos romper esse obstáculo.

Na sequência vieram mais subidas e poucas descidas. Aliás, fazia tempo que eu não pegava tanta subida numa trilha. Alguma delas insistiam em nunca mais terminar e quanto mais pedalávamos mais elas apareciam. A musculatura das pernas em determinados pontos pedia socorro!!! hehehehe. Apesar da dificuldade conseguimos vencê-las. 


Uma paradinha no barzinho para reabastecer as energias não faltou.


Em resumo, uma trilha muito seletiva, cercada por belas paisagens e  com todos os ingredientes para um MTB radical.

Valeu muito à pena conhecer essa bela região do estado.

Dados do Pedal:


Quilômetros rodados: 50 km
Tempo: 4h00min
Imprevistos: 1 pneu furado e pequenos escorregões
Nível: Difícil
Beleza Natural: 5 estrelas (uma até cinco estrelas)
Track: http://www.gpsies.com/map.do?fileId=ljvyzedyjvsblqmw

Anhaia, sempre Anhaia!

Neste feriado de Tiradentes tivemos como destino a cidade de Morretes, via Anhaia. Motivados pelo apelo do comércio local um grupo de 9 bikers partiu do posto da BR-277, às 8:40min, para gastar seus tostões na pitoresca cidade, que está totalmente recuperada das águas de março.
Como de praxe abastecemos as energias no pedágio com o cafezinho grátis na veia e rumamos para a entrada da sempre perigosa, temida e desafiadora estrada do Anhaia.
Todavia, nesta oportunidade, a estrada estava praticamente plana, deixando o trecho ainda mais especial e veloz, já que as sempre perigosas pedras soltas não eram mais o grande problema dos aventureiros. Sem nenhuma queda grave (somente a Júlia provou o solo do Anhaia, mas sem gravidade) chegamos ao seu final muito eufóricos, com um sorriso de orelha a orelha...

Como visto, no último trecho até Morretes parte do grupo resolveu dar umas barrigadas no rio e jogar o stress pela correnteza .

Nosso ponto de chegada em Morretes, como sempre, foi o Restaurante Rota do Sol. No cardápio não faltou camarão, peixe e muita cerveja...


Depois de tanta bebida e comida a volta para a capital só podia ser com seu João da Van...


E assim foi... Um pedal perfeito em um dia perfeito!

Dados do Pedal:


Quilômetros rodados: 70 km
Tempo: 4h30min
Imprevistos: 2 pneus furados e uma queda
Dificuldade: média
Beleza Natural: 5 estrelas (uma até cinco estrelas)

segunda-feira, 18 de abril de 2011

Caminhos do Anhangava - (Single Tracks)

Ontem, 17.04.2011, partimos para um pedal totalmente sensacional.

A convite do Gilberto, eu, China e Júlia nos encontramos na Divesa (trevo do Atuba), às 13h30min, com destino a região do Morro do Anhangava.
Nosso ponto de partida foi a Chácara do Denis (cunhado do Beto), localizada exatamente no pé do morro. Aliás, nesse local o Denis construiu uma pista de Cross Country (XC), com aproximadamente 500 m de comprimento, que é pura técnica e adrenalina. Um local digno de colocar sua coragem à prova e exercitar sua concentração e força. Eu que nunca havia andado numa pista como esta achei incrível!
Com o aquecimento realizado nessa pista, por volta das 14h30min, partimos para nossa aventura. Juntamente com o Denis, saímos para explorar a belíssima região e, de cara, pegamos uma subida fodox - que nos levou a subir 200m de altitude, depois que pedalarmos cerca de 1000m. Foi de fritar os músculos!

Ao final da subida chegamos ao trailer do pessoal de apoio do Morro do Anhangava. De lá, pulamos uma cerca e pegamos trilha  single track muito divertida. 





Após o China emendar a corrente da Júlia, fomos para outra trilha que nos levou a uma cachoeira, denominada de Curralinho. O visual é fantástico e a água cristalina...
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Após o refrescante momento, partimos para a cereja do bolo. 
Essa trilha que o Beto nos apresentaria foi simplesmente alucinante. Um verdadeiro single track que até para os mais destemidos não seria tarefa fácil. 


Em certos pontos ficar em cima da bike era tarefa impossível. Os escorregões e as risadas foram inevitáveis.




A trilha nos devolveu na Estrada Dom Pedro, de onde rumamos para mais aventura.

Retornando para o Morro do Anhangava pegamos mais uma single track como saideira. Apesar de curta, é técnica e o seu final é digno de aplausos - por terminar num descampado onde parece que o Morro do Anhangava é uma miragem... Lindo demais!




Por fim, no apagar das luzes eis que surge no céu uma extraordinária lua cheia ao lado do Anhangava, formando um visual incrível, brindando nosso sensacional pedal!
Realmente, foi um dia incrível. Neste domingo tivemos a oportunidade de conhecer uma das regiões mais belas e perfeitas para a prática do MTB. Agradeço ao convite do Beto e do Denis pela oportunidade, a qual certamente entrou na lista dos três melhores desafios que já participei.


Dados do Pedal:


Quilômetros rodados: 20 km
Tempo: 2h30min
Imprevistos: corrente remendada
Dificuldade: média
Beleza Natural: 5 estrelas (uma até cinco estrelas)

segunda-feira, 11 de abril de 2011

Colônia Dom Pedro

Como forma de conhecer as estradas que cortam a região da Colônia Dom Pedro - e de quebra estrear minha bike full - resolvi realizar um pedal no sábado (09.04.2011) juntamente com os bikers  Fabrício, Juliana, Dgeferson, Augusto e seus amigos.


Pois bem, na região da Av. Toaldo Túlio tomei um tombo com a bike nova, por conta da sapatilha presa ao pedal (vacilei de novo). O Fabrício, invejoso, me acompanhou, levando um tombo ao realizar mini Downhill no paredão do viaduto da Toaldo Túlio.

Por conta do meu tombo ficamos parados por mais de 30 minutos tentando encaixar o maldito selim na base de ferro do canote. Depois de muita dor de cabeça o selim voltou a sua posição de origem e o nosso passeio recomeçou.
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Após o viaduto do Contorno Norte, entramos à direita e, na sequência, à esquerda. 

Era o início da estrada de terra e da diversão.





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A região é de colonização polonesa com várias opções de trajeto, seja para passear ou para treinar.

Optamos por estradas que possuíam várias subidas e descidas e que exigiram bastante esforço físico dos bikers. Aliás, as descidas são muuuuuito maneiras, sendo possível passar facilmente dos 60 km/h na maioria delas, sem muito esforço.



Enfim, apesar de ter sido um pedal rápido, foi uma manhã de sábado diferente com os amigos, arregada de muita diversão, suor, adrenalina, paçoquinha e cervejinha no final...hehehehe...

Dados do pedal assista ao vídeo:

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Fotos e Vídeos by Dgeferson

segunda-feira, 4 de abril de 2011

Pedal pela Costa Esmeralda

Como dito anteriormente - aproveitando minhas férias na cidade de Bombinhas - realizei três pedais muito bacanas na belíssima região da Costa Esmeralda. 


Primeiro Pedal: Subida ao Mirante do Morro dos Macacos.



Partindo da Praia de Bombas, segui em direção a Bombinhas e depois Mariscal. Entre Bombinhas e Mariscal o primeiro morro fodox deu o ar da graça, mas foi vencido. 


 Chegando em Mariscal fiz todo o arco da praia pela areia chegando em Canto Grande. Em Canto Grande ingressei na pequena estrada de terra em direção ao Mirante/Praia da Tainha. No início uma placa avisa que até o topo do Morro são 1.500m de subida, aliás, a mais desafiadora que já enfrentei.
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Chegando ao seu cume com as pernas extremamente cansadas pude observar novamente a rara beleza e o fantástico visual do lugar (sempre fui de carro). Não sei se pelo fato de ter vencido o desafio de bike, mas toda aquela maravilha me pareceu ainda mais bela e incrível.
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Depois de contemplar o visual  pensei em descer até a Praia da Tainha, mas a prudência e o cansaço falaram mais alto e abortei a descida, pois sabia que o retorno iriam fritar minha musculatura.

Retornando em estilo dowhill e com as mãos duras de tanto segurar no freio cheguei na pacífica areia de Canto Grande. De lá rompi Mariscal pela praia seguindo para Bombinhas. 

Cheguei em Bombas renovado e carregando na bagagem 25 km rodados.

Para quem não conhece toda essa beleza, recomendo de olhos fechados!


Segundo Pedal: Explorando Bombas, Bombinhas, Sepultura, Recanto dos Padres e 4 Ilhas.


Como era minha primeira vez na cidade de Bombinhas como um ciclista saí para o segundo pedal querendo admirar todas as belezas desta Costa Esmeralda na visão de um biker.

Motivado por essa boa nova resolvi explorar lugares que comumente de carro não se faz. Pois bem, saí de Bombas e, no Morro entre Bombas e Bombinhas  - após a passarela da Família Schurmann - resolvi pegar um morro que me levou ao cemitério da cidade e a uma simpática igrejinha.

De lá entrei pela fofa areia da praia de Bombinhas e ultrapassei toda a sua extensão pedalando. Na passarela peguei o asfalto e fui para a Praia de Sepultura - passando pela Lagoinha. Na sequência ingressei na estradinha de terra até Sepultura.




Em Sepultura resolvi subir o morro que emoldura o local. Pulando uma porteira de acesso ingressei em uma estreita trilha que me levou até a última faixa de terra de Bombinhas. O visual é muito bonito e valeu a pena conhecer essa parte da praia.


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Saindo do morro foi a vez de dar uma passadinha no Recanto dos Padres. Depois de flertar com mais essa bela praia pedalei para a Praia de 4 Ilhas - minha praia favorita.






Por lá optei por fazer a subida do morro do camping. O caminho me levou até uma Pousada Hotel (prédio amarelo) e ponto final, rua sem saída!



Nesse passeio cheguei em Bombas com 24 km na bagagem e lugares inéditos visitados.

Terceiro Pedal: Bombinhas - Baln. Camboriú (via interpraias)

Resolvi deixar a cereja do bolo para o último pedal que iria realizar na praia. Optei por fazer uma adaptação do trecho 5 e 6, retirado do site Costa Verde Mar (cf. postagem anterior), já que minha intenção era finalizar os dois trechos numa mesma pegada.
E assim foi, saindo de Bombas às 14 hs, peguei a subida de 1.000m até Porto Belo. 
De lá fui para Perequê e depois meia-praia.

Passando por Itapema, sempre ladeado pelo oceano, ingressei na BR-101 (sentido norte). 


Após o módulo da PRF peguei a rota Interpraias até Baln. Camboriú. 




As sequências de íngremes subidas e decidas são de tirar o fôlego e de fritar a musculatura das pernas, mas compensam pelas belíssimas praias que compõem o circuito.



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Em Baln. Camboriú ingressei na Br-101 sentido sul e fui em direção ao túnel - na contramão de direção pois avaliei que seria mais seguro.

Passando por dentro do túnel cheguei em Itapema e segui para Porto Belo, via ciclofaixa de Meia-Praia. 
 Quando passei por Meia-Praia a céu desabou em minhas costas, mas segui em frente, rompendo Perequê, Porto Belo e, finalmente, cheguei em Bombas, com 78 km na bagagem, às 17h20min.


Em suma, um pedal que não poderia deixar de realizá-lo por sua rara e indescritível beleza!