bicicleta na veia farol k-lite caminho do itupava pedal curitiba
A saudade bateu forte e, neste sábado (25), 8 bikers resolveram que era hora de encarar novamente a Serra da Graciosa.
Partindo às 9h15min do Big (Sta Cândida), seguimos para Quatro Barras, via Alphaville. Ao passar pela região meu pneu furou. Câmara trocada, seguimos para Quatro Barras, local onde paramos para um rápido café.
Ingressando na Estrada Dom Pedro parte do grupo resolveu dar uma esticada até a Ponte do Arco.
A bela paisagem, cortada pelas fortes subidas e descidas desafiadoras, fazem daquela estrada uma excelente opção para a prática do ciclismo.
Com a chegada de todo o grupo na Ponte do Arco - inclusive do nosso carro de apoio pilotado pelo nobre amigo Djeferson - retomamos o pedal.
Com mais uma pegada forte foi a hora de esperar o restante dos bikers na entrada da Trilha do Alemão. Como o pessoal estava em ritmo de cicloturismo, Cap. Nascimento deu a ideia de sinalizar a entrada para podermos continuar com nosso pedal. E assim foi feito!
Finalmente pude estrear a Trilha do Alemão de bike. Uma excelente opção para quem não resiste a uma trilha técnica, com muitas pedras e barro.
Chegando na Serra da Graciosa fomos recepcionados por uma fina garoa e uma aveludada cortina de neblina.
O tráfego intenso, a neblina, a garoa, o piso molhado e escorregadio exigiu atenção redobrada, pois sabíamos que uma falha poderia ser o fim do passeio e o início de mais uma visita ao Hospital de Morretes.
Porém, descemos o histórico trajeto sem problemas maiores. Ajudamos a Super Kátia na troca de sua retalhada câmara traseira - culpa do Cap. Nascimento - e rumamos para o trecho final da serra.
Em São João da Graciosa a Super Kátia e sua fiel escudeira Simone - que haviam ido de carro até o portal da Graciosa para descer a serra de bike - resolveram almoçar em Antonina, os demais tinham encontro marcado no Restaurante Rota do Sol, em Morretes.
Os 13 km finais foram percorridos rapidamente quando, finalmente, ultrapassamos a igrejinha e avistamos as imponentes palmeiras imperiais do Colégio - o restaurante fica na frente.
Era hora do merecido almoço!
Entre muito bate-papo e confraternização não faltou cervejinha gelada com muito camarão... hehehehe...
No retorno, o nosso carro de apoio - pilotado pelo Djeferson - estava à postos. Com as bikes todas na carreta era hora de subir a serra.
A noite já tomava conta do céu quando chegamos ao nosso ponto final, felizes e satisfeitos por mais um super pedal.
Dados do Pedal:
Participantes: 8 bikers
Quilômetros rodados: 72 km
Tempo: 4hs
Imprevistos: 2 pneus furados
Nível: médio
Beleza Natural: 5 estrelas (uma até cinco estrelas)
Nem o frio de 8ºc espantou os 9 bikers do tradicional pedal deste domingo (12) - Dia dos Namorados.
O desafio dessa vez era pegar uma trilha sentido Colombo indicada pelo nosso sempre animado biker Sérgio.
Às 9h15min o grupo zarpou. Passando pelo Parque São Lourenço, seguimos pela Anita Garibaldi - via ciclovia - sentido bairro Cachoeira. De lá, pela trincheira, passamos pelo contorno norte e ingressamos na estrada de terra.
Na sequência, um grupo seguiu a rota normal da estrada, porém eu, Ângelo e Cap. Nascimento resolvemos conhecer uma estreita trilha - por indicação do Sérgio.
A entrada já dava o ar da dificuldade que iríamos enfrentar. Uma estreita e desafiadora descida, regada à lama, valetas e pedras.
Seguindo em frente, a trilha nos levou até um riozinho e, de lá, tivemos que atravessar uma estreita e precária ponte de madeira para continuar com nossa aventura.
A mata exuberante e fechada fez com que nossa aventura tornasse uma verdadeira prova de orientação, colocando à prova nosso instinto de direção. Empurrando um pouco mais as bikes subimos uma ladeira que nos devolveu a estrada principal, sentido Colombo.
Algumas subidas mais íngremes serviram para dar uma esquentada na musculatura. Em uma delas consegui avistar parte do grupo o que indicou que o caminho tomado estava certo.
Sem qualquer outra dificuldade chegamos em Colombo para o cafezinho na padoca.
Como ainda tínhamos algum tempo para pedalar resolvemos ir até o Morro da Cruz - local que ainda não conhecia. Parte do grupo topou a parada e saímos em direção ao Morro.
Na entrada da subida uma placa nos avisa que serão 1.200m de pura subida.
De fato a subida é a representante da pior subida fodox. Na verdade, é um desafio físico e mental difícil de vencer, principalmente para quem já havia pedalado 30 km.
Apesar de termos chegado perto do seu cume pedalando, dessa vez, o morro nos venceu e tivemos que descer das bikes. Mas certamente iremos atacá-lo em outra oportunidade, mais preparados.
Lá de cima o visual é digno de aplausos. Um verdadeiro cenário que estampa, de forma única, a grandiosidade da Região Metropolitana de Curitiba.
Agora era a hora do retorno. Ou seja, era hora de colocar a adrenalina em xeque e vencer os 1.200m ladeira abaixo!
Com atenção máxima, entre curvas e pedras consegui descer o desafiador Morro e chegar aos 61.4 km/h.
Em pouco tempo todos os demais bikers chegaram ao asfalto são e salvos.
No retorno, o Cap. Nascimento recebeu a ligação de sua esposa (Super Kátia) para que retornássemos até a padaria do café pois sua corrente estava arrebentada.
Rapidamente o conserto foi realizado pelo capitão e todo o grupo retornou para Curitiba sem problemas.
Dados do Pedal:
Participantes: 9 bikers
Quilômetros rodados: 50 km
Tempo: 4h30min
Imprevistos: Corrente arrebentada
Nível: médio/difícil
Beleza Natural: 5 estrelas (uma até cinco estrelas)
Neste primeiro frio domingo de junho (05.06.2011) 10 bikers partiram do Centro Cívico para mais uma aventura. O destino escolhido foi a sempre bonita região de Roça Nova.
Rompendo os limites de Curitiba e Pinhais, já em Piraquara, ingressamos na Estrada da Roseira, onde começou o trecho de terra.
Após percorrer um lúdico trecho de terra em meio ao verde da região - sempre na companhia da Serra do Mar ao fundo - chegamos no ponto da mais temida subida do trajeto. Uma bela lomba fodox que exigiu um bom preparo dos aventureiros.
Na sequência - como tudo que sobe desce - veio uma longa descida para colocar a coragem à prova. Sem problemas, todos chegaram são e salvos em Roça Nova para degustar a paçoquinha da vendinha e reabastecer as caramanholas, com a pura e refrescante água da serra.
Infelizmente a vendinha estava fechada, o que frustrou nossa degustação de paçoca - essa ficou para uma próxima.
O próximo passo seria a visita ao túnel do trem de Roça Nova. E lá fomos nós para tirar algumas fotos daquele curioso local.
O Walter (China) não conhecia o túnel e eu não conhecia o outro lado do túnel, cuja extensão é de cerca de 1000m. Sem titubear fomos para nossa aventura até o outro lado da construção.Após alcançar a metade de sua extensão a escuridão tomou conta do local, mas nossas lanterninhas de led (vindas da terra do Walter) nos auxiliaram. Andando por mais alguns metros eis que eu ouço um barulho estranho e digo ao China: Escuta isso, acho que o trem vem vindo!
Cinco segundos depois meu instinto estava certo; o trem estava ingressando no túnel e seu apito foi aterrorizante. Resultado, um olhou para o outro e disse FODEU! Tínhamos que retornar cerca de 600m em meio ao breu .
Saímos catando cavaco e correndo igual a uns loucos... A adrenalina foi a mil, mas graças à Deus conseguimos chegar ao nosso ponto de partida são e salvos para contar essa história - sendo seguido de muito perto pelo malvado trem (que susto - hehehehe).
Com os batimentos cardíacos refeitos retornamos para Curitiba sem problemas, mas não sem antes filar uma pacoquinha na Padaria em Piraquara.
E assim foi mais essa aventura de bike pelas terras que circundam a gélida capital Paranaense.
Dados do Pedal:
Participantes: 10 bikers
Quilômetros rodados: 70 km
Tempo: 4hs30min
Imprevistos: Susto com o trem
Nível: médio/difícil
Beleza Natural: 5 estrelas (uma até cinco estrelas)