Neste primeiro frio domingo de junho (05.06.2011) 10 bikers partiram do Centro Cívico para mais uma aventura. O destino escolhido foi a sempre bonita região de Roça Nova.
Rompendo os limites de Curitiba e Pinhais, já em Piraquara, ingressamos na Estrada da Roseira, onde começou o trecho de terra.
Após percorrer um lúdico trecho de terra em meio ao verde da região - sempre na companhia da Serra do Mar ao fundo - chegamos no ponto da mais temida subida do trajeto. Uma bela lomba fodox que exigiu um bom preparo dos aventureiros.
Na sequência - como tudo que sobe desce - veio uma longa descida para colocar a coragem à prova. Sem problemas, todos chegaram são e salvos em Roça Nova para degustar a paçoquinha da vendinha e reabastecer as caramanholas, com a pura e refrescante água da serra.
Infelizmente a vendinha estava fechada, o que frustrou nossa degustação de paçoca - essa ficou para uma próxima.
O próximo passo seria a visita ao túnel do trem de Roça Nova. E lá fomos nós para tirar algumas fotos daquele curioso local.
O Walter (China) não conhecia o túnel e eu não conhecia o outro lado do túnel, cuja extensão é de cerca de 1000m. Sem titubear fomos para nossa aventura até o outro lado da construção.Após alcançar a metade de sua extensão a escuridão tomou conta do local, mas nossas lanterninhas de led (vindas da terra do Walter) nos auxiliaram. Andando por mais alguns metros eis que eu ouço um barulho estranho e digo ao China: Escuta isso, acho que o trem vem vindo!
Cinco segundos depois meu instinto estava certo; o trem estava ingressando no túnel e seu apito foi aterrorizante. Resultado, um olhou para o outro e disse FODEU! Tínhamos que retornar cerca de 600m em meio ao breu .
Saímos catando cavaco e correndo igual a uns loucos... A adrenalina foi a mil, mas graças à Deus conseguimos chegar ao nosso ponto de partida são e salvos para contar essa história - sendo seguido de muito perto pelo malvado trem (que susto - hehehehe).
Com os batimentos cardíacos refeitos retornamos para Curitiba sem problemas, mas não sem antes filar uma pacoquinha na Padaria em Piraquara.
E assim foi mais essa aventura de bike pelas terras que circundam a gélida capital Paranaense.
Dados do Pedal:
Participantes: 10 bikers
Quilômetros rodados: 70 km
Tempo: 4hs30min
Imprevistos: Susto com o trem
Nível: médio/difícil
Beleza Natural: 5 estrelas (uma até cinco estrelas)
bicicleta na veia farol k-lite caminho do itupava pedal curitiba
segunda-feira, 6 de junho de 2011
segunda-feira, 2 de maio de 2011
Circuito da Natureza - Marmeleiro
Neste domingo Cap. Nascimento, Ângelo, eu e o Luiz Eduardo partimos do Centro Cívico para mais uma aventura de bike.
Desse vez o norte escolhido foi a região de Almirante Tamandaré, mais precisamente as estradas rurais do Circuito da Natureza.
Saímos do Centro Cívico às 8hs da manhã e chegamos ao portal de Almirante Tamandaré 31 minutos depois.
Na sequência, o Luiz Eduardo se despediu retornando para Curitiba. Nós continuamos em frente e, cerca de 1 km depois do portal de Almirante, já estávamos no início da estrada Circuito da Natureza.
Grande parte de seu trecho é de asfalto - bem ruim é verdade - mas a paisagem que nos acompanhou durante todo o percurso é muito bonita, com inúmeras construções coloniais, onde o tempo parece ter esquecido de passar.
Depois de uns 9km de pedal chegamos em Marmeleiro.
Nesta simpática localidade deparamos-nos com uma bela igreja e com a famosa casa gêmeas, onde, segundo a lenda, um casal de italianos, após terem se separado, resolveram dividir a casa em que viviam ao meio, ficando cada um com a sua metade.
Pela conservação do local a ideia surtiu efeito e as brigas - ao que parece - pararam de acontecer...
Na sequência pegamos à esquerda e seguimos em direção a nascente do Rio Passaúna. Neste trecho o asfalto deu lugar a terra o que tornou nosso passeio ainda mais divertido.
Sem problemas ultrapassamos os limites de Almirante Tamandaré e ingressamos em Curitiba.
Neste ponto pegamos a subida da estrada do lixão. Uma subida fodox digna de fritar nossas surrada musculatura...
Em seguida, no bairro Lamenha Pequena, pegamos o contorno sul e saímos na BR-277.
De lá, passando pelo Parque Barigui, pegamos a via rápida e rompemos o bairro Batel, Centro e Alto da XV - local de onde me despedi para o almoço em família.
O Capitão Nascimento foi ao encontro de sua esposa a Super Kátia - junto com o Ângelo - pois ela estava retornando de Piraquara com o grupo de bikers que saiu às 9hs do Centro Cívico.
Eles acabaram encontrando o grupo na altura do Corpo de Bombeiros, em Piraquara...
E assim foi mais esse delicioso pedal de domingo com os amigos...
Dados do Pedal:
Quilômetros rodados: 65 km
Tempo: 3hs
Imprevistos: nenhum
Nível: médio
Beleza Natural: 5 estrelas (uma até cinco estrelas)
Desse vez o norte escolhido foi a região de Almirante Tamandaré, mais precisamente as estradas rurais do Circuito da Natureza.
Saímos do Centro Cívico às 8hs da manhã e chegamos ao portal de Almirante Tamandaré 31 minutos depois.
Na sequência, o Luiz Eduardo se despediu retornando para Curitiba. Nós continuamos em frente e, cerca de 1 km depois do portal de Almirante, já estávamos no início da estrada Circuito da Natureza.
Grande parte de seu trecho é de asfalto - bem ruim é verdade - mas a paisagem que nos acompanhou durante todo o percurso é muito bonita, com inúmeras construções coloniais, onde o tempo parece ter esquecido de passar.
Depois de uns 9km de pedal chegamos em Marmeleiro.
Nesta simpática localidade deparamos-nos com uma bela igreja e com a famosa casa gêmeas, onde, segundo a lenda, um casal de italianos, após terem se separado, resolveram dividir a casa em que viviam ao meio, ficando cada um com a sua metade.
Pela conservação do local a ideia surtiu efeito e as brigas - ao que parece - pararam de acontecer...
Na sequência pegamos à esquerda e seguimos em direção a nascente do Rio Passaúna. Neste trecho o asfalto deu lugar a terra o que tornou nosso passeio ainda mais divertido.
Sem problemas ultrapassamos os limites de Almirante Tamandaré e ingressamos em Curitiba.
Neste ponto pegamos a subida da estrada do lixão. Uma subida fodox digna de fritar nossas surrada musculatura...
Em seguida, no bairro Lamenha Pequena, pegamos o contorno sul e saímos na BR-277.
De lá, passando pelo Parque Barigui, pegamos a via rápida e rompemos o bairro Batel, Centro e Alto da XV - local de onde me despedi para o almoço em família.
O Capitão Nascimento foi ao encontro de sua esposa a Super Kátia - junto com o Ângelo - pois ela estava retornando de Piraquara com o grupo de bikers que saiu às 9hs do Centro Cívico.
Eles acabaram encontrando o grupo na altura do Corpo de Bombeiros, em Piraquara...
E assim foi mais esse delicioso pedal de domingo com os amigos...
Dados do Pedal:
Quilômetros rodados: 65 km
Tempo: 3hs
Imprevistos: nenhum
Nível: médio
Beleza Natural: 5 estrelas (uma até cinco estrelas)
sábado, 23 de abril de 2011
7 Porteiras - Campina Grande do Sul
Neste sábado de aleluia partimos, de carro, da Klemba Bikes (www.klembabikes.com), às 13hs para um pedal na região de Campina Grande do Sul.
O convite partiu do Gustavo e do Henrique e, como não somos de fazer desfeitas, 5 bikers aceitaram o desafio, que para mim foi inédito.
Saímos do posto de Campina Grande, às 14 hs e, de cara, a primeira subida deu o ar da graça... Entre subidas e descidas, algumas de fritar a musculatura, chegamos nas famosas porteiras.
Na verdade, grande parte da trilha é feita dentro de fazendas particulares que margeiam o rio Capivari e a Serra do Mar.
A Serra do Mar, o Rio Capivari e sua extensa represa nos acampanharam em grande parte do pedal formando um extraordinário cartão postal.
Depois de pedalados mais ou menos 25km pegamos uma estrada cercada por Pinos que simplesmente era impossível pedalar. O terreno era tão argiloso que empurrar a bike na subida ficava difícil. Mas apesar das dificuldades conseguimos romper esse obstáculo.
Na sequência vieram mais subidas e poucas descidas. Aliás, fazia tempo que eu não pegava tanta subida numa trilha. Alguma delas insistiam em nunca mais terminar e quanto mais pedalávamos mais elas apareciam. A musculatura das pernas em determinados pontos pedia socorro!!! hehehehe. Apesar da dificuldade conseguimos vencê-las.
Uma paradinha no barzinho para reabastecer as energias não faltou.
Em resumo, uma trilha muito seletiva, cercada por belas paisagens e com todos os ingredientes para um MTB radical.
Valeu muito à pena conhecer essa bela região do estado.
Dados do Pedal:
Quilômetros rodados: 50 km
Tempo: 4h00min
Imprevistos: 1 pneu furado e pequenos escorregões
Nível: Difícil
Beleza Natural: 5 estrelas (uma até cinco estrelas)
Track: http://www.gpsies.com/map.do? fileId=ljvyzedyjvsblqmw
O convite partiu do Gustavo e do Henrique e, como não somos de fazer desfeitas, 5 bikers aceitaram o desafio, que para mim foi inédito.
Saímos do posto de Campina Grande, às 14 hs e, de cara, a primeira subida deu o ar da graça... Entre subidas e descidas, algumas de fritar a musculatura, chegamos nas famosas porteiras.
Na verdade, grande parte da trilha é feita dentro de fazendas particulares que margeiam o rio Capivari e a Serra do Mar.
A Serra do Mar, o Rio Capivari e sua extensa represa nos acampanharam em grande parte do pedal formando um extraordinário cartão postal.
Depois de pedalados mais ou menos 25km pegamos uma estrada cercada por Pinos que simplesmente era impossível pedalar. O terreno era tão argiloso que empurrar a bike na subida ficava difícil. Mas apesar das dificuldades conseguimos romper esse obstáculo.
Na sequência vieram mais subidas e poucas descidas. Aliás, fazia tempo que eu não pegava tanta subida numa trilha. Alguma delas insistiam em nunca mais terminar e quanto mais pedalávamos mais elas apareciam. A musculatura das pernas em determinados pontos pedia socorro!!! hehehehe. Apesar da dificuldade conseguimos vencê-las.
Uma paradinha no barzinho para reabastecer as energias não faltou.
Em resumo, uma trilha muito seletiva, cercada por belas paisagens e com todos os ingredientes para um MTB radical.
Valeu muito à pena conhecer essa bela região do estado.
Dados do Pedal:
Quilômetros rodados: 50 km
Tempo: 4h00min
Imprevistos: 1 pneu furado e pequenos escorregões
Nível: Difícil
Beleza Natural: 5 estrelas (uma até cinco estrelas)
Track: http://www.gpsies.com/map.do?
Anhaia, sempre Anhaia!
Neste feriado de Tiradentes tivemos como destino a cidade de Morretes, via Anhaia. Motivados pelo apelo do comércio local um grupo de 9 bikers partiu do posto da BR-277, às 8:40min, para gastar seus tostões na pitoresca cidade, que está totalmente recuperada das águas de março.
Como de praxe abastecemos as energias no pedágio com o cafezinho grátis na veia e rumamos para a entrada da sempre perigosa, temida e desafiadora estrada do Anhaia.
Todavia, nesta oportunidade, a estrada estava praticamente plana, deixando o trecho ainda mais especial e veloz, já que as sempre perigosas pedras soltas não eram mais o grande problema dos aventureiros. Sem nenhuma queda grave (somente a Júlia provou o solo do Anhaia, mas sem gravidade) chegamos ao seu final muito eufóricos, com um sorriso de orelha a orelha...
Nosso ponto de chegada em Morretes, como sempre, foi o Restaurante Rota do Sol. No cardápio não faltou camarão, peixe e muita cerveja...
Depois de tanta bebida e comida a volta para a capital só podia ser com seu João da Van...
E assim foi... Um pedal perfeito em um dia perfeito!
Dados do Pedal:
Quilômetros rodados: 70 km
Tempo: 4h30min
Imprevistos: 2 pneus furados e uma queda
Dificuldade: média
Beleza Natural: 5 estrelas (uma até cinco estrelas)
Como de praxe abastecemos as energias no pedágio com o cafezinho grátis na veia e rumamos para a entrada da sempre perigosa, temida e desafiadora estrada do Anhaia.
Todavia, nesta oportunidade, a estrada estava praticamente plana, deixando o trecho ainda mais especial e veloz, já que as sempre perigosas pedras soltas não eram mais o grande problema dos aventureiros. Sem nenhuma queda grave (somente a Júlia provou o solo do Anhaia, mas sem gravidade) chegamos ao seu final muito eufóricos, com um sorriso de orelha a orelha...
Como visto, no último trecho até Morretes parte do grupo resolveu dar umas barrigadas no rio e jogar o stress pela correnteza .
Nosso ponto de chegada em Morretes, como sempre, foi o Restaurante Rota do Sol. No cardápio não faltou camarão, peixe e muita cerveja...
Depois de tanta bebida e comida a volta para a capital só podia ser com seu João da Van...
E assim foi... Um pedal perfeito em um dia perfeito!
Dados do Pedal:
Quilômetros rodados: 70 km
Tempo: 4h30min
Imprevistos: 2 pneus furados e uma queda
Dificuldade: média
Beleza Natural: 5 estrelas (uma até cinco estrelas)
segunda-feira, 18 de abril de 2011
Caminhos do Anhangava - (Single Tracks)
Ontem, 17.04.2011, partimos para um pedal totalmente sensacional.
A convite do Gilberto, eu, China e Júlia nos encontramos na Divesa (trevo do Atuba), às 13h30min, com destino a região do Morro do Anhangava.
Nosso ponto de partida foi a Chácara do Denis (cunhado do Beto), localizada exatamente no pé do morro. Aliás, nesse local o Denis construiu uma pista de Cross Country (XC), com aproximadamente 500 m de comprimento, que é pura técnica e adrenalina. Um local digno de colocar sua coragem à prova e exercitar sua concentração e força. Eu que nunca havia andado numa pista como esta achei incrível!
Com o aquecimento realizado nessa pista, por volta das 14h30min, partimos para nossa aventura. Juntamente com o Denis, saímos para explorar a belíssima região e, de cara, pegamos uma subida fodox - que nos levou a subir 200m de altitude, depois que pedalarmos cerca de 1000m. Foi de fritar os músculos!
Ao final da subida chegamos ao trailer do pessoal de apoio do Morro do Anhangava. De lá, pulamos uma cerca e pegamos trilha single track muito divertida.
Após o China emendar a corrente da Júlia, fomos para outra trilha que nos levou a uma cachoeira, denominada de Curralinho. O visual é fantástico e a água cristalina...
Após o refrescante momento, partimos para a cereja do bolo.
Essa trilha que o Beto nos apresentaria foi simplesmente alucinante. Um verdadeiro single track que até para os mais destemidos não seria tarefa fácil.
Em certos pontos ficar em cima da bike era tarefa impossível. Os escorregões e as risadas foram inevitáveis.
A trilha nos devolveu na Estrada Dom Pedro, de onde rumamos para mais aventura.
Retornando para o Morro do Anhangava pegamos mais uma single track como saideira. Apesar de curta, é técnica e o seu final é digno de aplausos - por terminar num descampado onde parece que o Morro do Anhangava é uma miragem... Lindo demais!
Dados do Pedal:
Quilômetros rodados: 20 km
Tempo: 2h30min
Imprevistos: corrente remendada
Dificuldade: média
Beleza Natural: 5 estrelas (uma até cinco estrelas)
A convite do Gilberto, eu, China e Júlia nos encontramos na Divesa (trevo do Atuba), às 13h30min, com destino a região do Morro do Anhangava.
Nosso ponto de partida foi a Chácara do Denis (cunhado do Beto), localizada exatamente no pé do morro. Aliás, nesse local o Denis construiu uma pista de Cross Country (XC), com aproximadamente 500 m de comprimento, que é pura técnica e adrenalina. Um local digno de colocar sua coragem à prova e exercitar sua concentração e força. Eu que nunca havia andado numa pista como esta achei incrível!
Com o aquecimento realizado nessa pista, por volta das 14h30min, partimos para nossa aventura. Juntamente com o Denis, saímos para explorar a belíssima região e, de cara, pegamos uma subida fodox - que nos levou a subir 200m de altitude, depois que pedalarmos cerca de 1000m. Foi de fritar os músculos!
Ao final da subida chegamos ao trailer do pessoal de apoio do Morro do Anhangava. De lá, pulamos uma cerca e pegamos trilha single track muito divertida.
Após o China emendar a corrente da Júlia, fomos para outra trilha que nos levou a uma cachoeira, denominada de Curralinho. O visual é fantástico e a água cristalina...
Após o refrescante momento, partimos para a cereja do bolo.
Essa trilha que o Beto nos apresentaria foi simplesmente alucinante. Um verdadeiro single track que até para os mais destemidos não seria tarefa fácil.
Em certos pontos ficar em cima da bike era tarefa impossível. Os escorregões e as risadas foram inevitáveis.
A trilha nos devolveu na Estrada Dom Pedro, de onde rumamos para mais aventura.
Retornando para o Morro do Anhangava pegamos mais uma single track como saideira. Apesar de curta, é técnica e o seu final é digno de aplausos - por terminar num descampado onde parece que o Morro do Anhangava é uma miragem... Lindo demais!
Por fim, no apagar das luzes eis que surge no céu uma extraordinária lua cheia ao lado do Anhangava, formando um visual incrível, brindando nosso sensacional pedal!
Realmente, foi um dia incrível. Neste domingo tivemos a oportunidade de conhecer uma das regiões mais belas e perfeitas para a prática do MTB. Agradeço ao convite do Beto e do Denis pela oportunidade, a qual certamente entrou na lista dos três melhores desafios que já participei.
Dados do Pedal:
Quilômetros rodados: 20 km
Tempo: 2h30min
Imprevistos: corrente remendada
Dificuldade: média
Beleza Natural: 5 estrelas (uma até cinco estrelas)
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