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segunda-feira, 4 de abril de 2011

Pedal pela Costa Esmeralda

Como dito anteriormente - aproveitando minhas férias na cidade de Bombinhas - realizei três pedais muito bacanas na belíssima região da Costa Esmeralda. 


Primeiro Pedal: Subida ao Mirante do Morro dos Macacos.



Partindo da Praia de Bombas, segui em direção a Bombinhas e depois Mariscal. Entre Bombinhas e Mariscal o primeiro morro fodox deu o ar da graça, mas foi vencido. 


 Chegando em Mariscal fiz todo o arco da praia pela areia chegando em Canto Grande. Em Canto Grande ingressei na pequena estrada de terra em direção ao Mirante/Praia da Tainha. No início uma placa avisa que até o topo do Morro são 1.500m de subida, aliás, a mais desafiadora que já enfrentei.
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Chegando ao seu cume com as pernas extremamente cansadas pude observar novamente a rara beleza e o fantástico visual do lugar (sempre fui de carro). Não sei se pelo fato de ter vencido o desafio de bike, mas toda aquela maravilha me pareceu ainda mais bela e incrível.
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Depois de contemplar o visual  pensei em descer até a Praia da Tainha, mas a prudência e o cansaço falaram mais alto e abortei a descida, pois sabia que o retorno iriam fritar minha musculatura.

Retornando em estilo dowhill e com as mãos duras de tanto segurar no freio cheguei na pacífica areia de Canto Grande. De lá rompi Mariscal pela praia seguindo para Bombinhas. 

Cheguei em Bombas renovado e carregando na bagagem 25 km rodados.

Para quem não conhece toda essa beleza, recomendo de olhos fechados!


Segundo Pedal: Explorando Bombas, Bombinhas, Sepultura, Recanto dos Padres e 4 Ilhas.


Como era minha primeira vez na cidade de Bombinhas como um ciclista saí para o segundo pedal querendo admirar todas as belezas desta Costa Esmeralda na visão de um biker.

Motivado por essa boa nova resolvi explorar lugares que comumente de carro não se faz. Pois bem, saí de Bombas e, no Morro entre Bombas e Bombinhas  - após a passarela da Família Schurmann - resolvi pegar um morro que me levou ao cemitério da cidade e a uma simpática igrejinha.

De lá entrei pela fofa areia da praia de Bombinhas e ultrapassei toda a sua extensão pedalando. Na passarela peguei o asfalto e fui para a Praia de Sepultura - passando pela Lagoinha. Na sequência ingressei na estradinha de terra até Sepultura.




Em Sepultura resolvi subir o morro que emoldura o local. Pulando uma porteira de acesso ingressei em uma estreita trilha que me levou até a última faixa de terra de Bombinhas. O visual é muito bonito e valeu a pena conhecer essa parte da praia.


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Saindo do morro foi a vez de dar uma passadinha no Recanto dos Padres. Depois de flertar com mais essa bela praia pedalei para a Praia de 4 Ilhas - minha praia favorita.






Por lá optei por fazer a subida do morro do camping. O caminho me levou até uma Pousada Hotel (prédio amarelo) e ponto final, rua sem saída!



Nesse passeio cheguei em Bombas com 24 km na bagagem e lugares inéditos visitados.

Terceiro Pedal: Bombinhas - Baln. Camboriú (via interpraias)

Resolvi deixar a cereja do bolo para o último pedal que iria realizar na praia. Optei por fazer uma adaptação do trecho 5 e 6, retirado do site Costa Verde Mar (cf. postagem anterior), já que minha intenção era finalizar os dois trechos numa mesma pegada.
E assim foi, saindo de Bombas às 14 hs, peguei a subida de 1.000m até Porto Belo. 
De lá fui para Perequê e depois meia-praia.

Passando por Itapema, sempre ladeado pelo oceano, ingressei na BR-101 (sentido norte). 


Após o módulo da PRF peguei a rota Interpraias até Baln. Camboriú. 




As sequências de íngremes subidas e decidas são de tirar o fôlego e de fritar a musculatura das pernas, mas compensam pelas belíssimas praias que compõem o circuito.



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Em Baln. Camboriú ingressei na Br-101 sentido sul e fui em direção ao túnel - na contramão de direção pois avaliei que seria mais seguro.

Passando por dentro do túnel cheguei em Itapema e segui para Porto Belo, via ciclofaixa de Meia-Praia. 
 Quando passei por Meia-Praia a céu desabou em minhas costas, mas segui em frente, rompendo Perequê, Porto Belo e, finalmente, cheguei em Bombas, com 78 km na bagagem, às 17h20min.


Em suma, um pedal que não poderia deixar de realizá-lo por sua rara e indescritível beleza!

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