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segunda-feira, 13 de dezembro de 2010

Boas Festas!

Domingo (12.12.2010), como forma de celebrar o fim do ano, parte do nosso grupo de pedal, familiares e amigos reuniram-se para a nossa esperada confraternização.

No espaço gentilmente cedido pela Família Scucato foi possível realizar um delicioso churrasco. Foi uma tarde muito agradável em meio a familiares e amigos, com boa comida e muita bebida.

Obrigado novamente ao Ângelo e sua mãe pela gentileza em ceder o espaço. Estava tudo excelente, com intervalo de ótimo... hehehehe...

A todos que compartilharam desse espaço desejo meus sinceros votos de um Feliz 2011. Que o novo ano possa trazer ainda mais desafios, fortes emoções e muitas pedaladas! 

Despedida de 2010: Rumo Anhaia!

Nada melhor do que despedir o ano de 2010 com o melhor percurso do ano.
No sábado (11.12.2010), sem titubear, a Trilha do Anhaia foi a escolhida, já que meu amigo de pedal Leandro Hecko (www.ideiasolta.net) não a conhecia. Foi a desculpa perfeita para encarar novamente o desafio.


O nosso Capitão Nascimento resolveu não descer a serra, mas nos fez companhia até o pedágio. Aliás, dessa vez ficou acertado que ele seria nosso ponto de apoio, cujo resgate estava programado para acontecer em Morretes, às 14h.



Saímos do Posto do Mercadorama (Br-277) às 7h40min. e, no vácuo dos speedeiros, consegui chegar ao pedágio 0:37'57":00 depois (meu record pessoal). Na sequência veio o Cap. Nascimento seguido pelo Leandro.


No ponto de apoio do pedágio - com o cafezinho grátis na veia - despedimos do Cap. Nascimento e partimos para o trecho final. O Anhaia era a trilha a ser desafiada.
Trinta e oito minutos depois, após se deleitar com a descida da serra, estávamos na boca da trilha.
Antes de descer a lomba demos apoio mecânico (pneu furado) a um grupo que iria encarar a parada. Problema sanado, partimos para a descida kamikaze.
Como já conhecia o trecho fui à frente para gerenciar a descida. Ultrapassada as primeiras curvas, as valetas criadas pela água da chuva transformaram aquela estrada numa aventura ainda mais complicada. Infelizmente, cerca de 800 metros depois, o Leandrão foi surpreendido por uma dessas valetas e não teve como escapar. O pacote foi inevitável e o vídeo ficou sensacional... hehehehe!




Como da primeira vez (igual aconteceu com nosso amigo Beto) o estrago no seu joelho foi grande.




Após avaliarmos a situação resolvemos voltar para a rodovia e pedir ajuda. Chamamos o resgate da ECOVIA que, em 30 minutos, estava dando os primeiros socorros no joelho do Leandrão.
 Como a situação não era grave a ambulância levou meu amigo e sua bike para Morretes para finalizar o atendimento e suturar o ferimento.


Situação sob controle resolvi descer a Anhaia sozinho para encontrá-lo no conhecido hospital.


Com atenção triplicada (não queria fazer companhia ao Leandro) consegui descer sem problemas e cheguei em Morretes quase junto com a ambulância.


Depois de longas 2 horas de espera meu amigo foi devolvido à civilização com o joelho reconstruído. A cena da múmia (leia-se Beto) veio à tona. A risada foi instantânea (hehehe).
Passado o susto fomos então para o merecido almoço no Restaurante Rota do Sol.


Em meio aos camarões, peixes e cerveja aguardamos pelo resgate do Cap. Nascimento. Ele desceu com a super Kátia (sua esposa) e, após almoçar, colocamos as bikes no meu carro e subimos a serra (via Graciosa).


Nosso retorno também foi uma aventura à parte. O Capitão resolveu voltar pela trilha do Alemão. Como não conhecia o trecho e a estrada estava em boas condições fomos em frente até chegar em Quatro Barras.


No final, chegamos em Curitiba às 18 hs com mais uma história sobre o Anhaia no currículo.


Finalizei o pedal com 70 km rodados, camarões degustados e mais um amigo remendado!

segunda-feira, 6 de dezembro de 2010

Pedal - Gruta do Bacaetava

Em razão da péssima previsão do tempo nosso pedal em direção a Morretes, via Anhaia, foi transferido para o próximo sábado (11.12). Porém, isso não impediu que os aventureiros Kátia, Douglas, Leandro, Ângelo e Cap. Nascimento saíssem para mais um pedal na RMC (Região Metropolitana de Curitiba).


Neste domingo o destino escolhido foi a Gruta do Bacaetava, em Colombo. Saindo às 9hs do Centro Cívico, primeiro passamos por Almirante Tamandaré e depois Colombo. Lá, rodamos mais uns 10 km e chegamos na entrada do parque que dá acesso as Grutas. 

O local  possui guias especializados (o nosso falava mais rápido e enrolado do que locutor de rádio... hehehehehe) e os grupos saem de 30 em 30 minutos, sendo fornecido aos visitantes capacete e lanterna, sem nenhum custo. 



A beleza do local, as sensações e as curiosas figuras - formadas pela água em milhares de anos - proporcionam um passeio bastante interessante. Vale a pena conhecer!

No retorno, brindados com a chuva que insistia em cair, chegamos em Curitiba, às 13:10hs, com 70 km na bagagem.


Mais detalhes:

www.ideiasolta.net 

quarta-feira, 1 de dezembro de 2010

Pedal de terça - Missão: Rumo Norte

Ontem, o Capitão Nascimento - inspirado na invasão do Morro do Alemão, no Rio de janeiro - deslocou sua tropa de terça-feira para invadir a região norte de Curitiba. Seguimos para o Ahú, Boa Vista, Abranches e redondezas.
Apesar de algumas gotas de chuvas querendo pegar a galera, fomos mais rápidos do que elas e seguimos com nossa missão sem maiores problemas. Nas ladeiras fodox do percurso, como um tanque de guerra, o pelotão foi devorando o asfalto, sem piedade! (hehehe)


No final, na Praça Generoso Marques, a tropa concluiu sua missão com sucesso, após rodados 24km!

domingo, 28 de novembro de 2010

Curitiba - Roça Nova

Hoje, despedindo dos pedais do mês de novembro, rumamos para o túnel da linha férrea, localizado em Roça Nova, na cidade de Piraquara.

Como de praxe, saímos às 9hs, do Centro Cívico, passando por Pinhais e, na sequência, estávamos em Piraquara.
 Lá soubemos que o carro dos Flintstones foi arrematado por uma família daquela região e pudemos realizar um teste drive nessa inacreditável obra-prima da idade da pedra... hehehehe....




Rumando pelo Caminho Trentino, observamos a beleza das barragem que compõe o visual do percurso, bem como provamos as cansativas subidas que sempre dão o ar da graça.




 Na sequencia, chegamos ao esperado trevo que indicava nosso destino: Roça Nova.


 Com mais alguns kms de pedal, e uma serrinha sensacional, chegamos ao nosso destino final. O túnel era nosso!




No retorno, brindados com um espetacular vento contrário e um sol de fritar os miolos, rompemos os limites de Piraquara, Pinhais, chegando pela Victor Ferreira do Amaral, em Curitiba, às 14h20min.

Depois de 80km rodados cheguei ao meu lar, doce lar, às14h45min.

Créditos:
Fotos by: Leandro Hecko (www.ideiasolta.net)

sexta-feira, 26 de novembro de 2010

Cicloturismo - Novo roteiro em Santa Catarina

Recebi do meu amigo Fernando Cicloviajante o mais novo roteiro para os apaixonados por cicloturismo. 
Denominado de Circuitos da Acolhida na Colônia  os trajetos que o compõe ficam entre as cidades de Anitápolis e Santa Rosa de Lima, no Estado de Santa Catarina.  

Os links são:


http://www.caminhosdosertao.com.br/blog/2010/11/26/famtour-inaugura-o-circuito-de-cicloturismo-acolhida-na-colonia/

http://acolhida.com.br/cicloturismo/

Vale a pena dar uma espiada, pois a região possui rara beleza e completa infraestrutura.

O trabalho realizado pela moçada é digno de aplauso!

Parabéns...

Fica a dica e boas pedaladas!

segunda-feira, 15 de novembro de 2010

Curitiba - Morro da Palha

Domingo (14.11.2010) o grupo de pedal do Centro Cívico saiu para o mais hard dos pedais já realizado: Fomos para o Morro da Palha! Os aventureiros eram Douglas, Leandro, Cap. Nascimento, Ângelo, Maurício e Gabardo - o nosso amigo Pedro Colombiano não seguiu a tropa, por estar se recuperando fisicamente.


Saímos às 9h10min e, de cara, aquecemos os músculos nas subidas que levam até o Parque Tingui.

Pela Rua Justo Manfron fomos pedalando até o final do asfalto, isso já em Almirante Tamandaré. Na estrada de terra, na companhia do motoqueiros trilheiros, rodamos por mais alguns kms e paramos para a merecida paçoca com Água da Serra (delícia), na Vendinha da Canelinha. 




Na sequencia, seguimos para o Morro da Palha. Tudo ia bem até o nosso amigo Gabardo indicar uma antiga trilha, que também nos levaria ao morro, intitulada como Trilha da Carniça (renomeada por nós como a Trilha da Valeta). Desafio aceito logo de cara todos foram obrigados a carregar as bicicletas nas costas, já que a subida de boas-vindas da trilha retratava o que nos esperava pela frente.






Alguns metros adiante vimos que aquilo lá era uma verdadeira trilha para trekking, mas MTB jamais!. Simplesmente a força da água que desce do morro confeccionou na estreita trilha extensas e profundas valetas, algumas das quais com mais de 1,5 metros de profundidade.





Explorando um terreno tão hostil os tombos e escorregões foram inevitáveis (eu levei 3). Na mata fechada a presença de abelhas, a lama, os galhos caídos e a travessia de um rio desafiador completavam nosso caminho. Depois de mais de 1 hora andando e pedalando chegamos a um ponto onde a trilha não dava mais o ar da sua graça. Resultado: Estávamos perdidos!




Graças a espetacular memória do Gabardo - depois de pularmos a cerca (literalmente) para invadir uma fazenda - reencontramos nosso caminho que finalmente nos devolveu à civilização. Na verdade, esse caminho nos levou a um oásis, digo, uma pedreira desativada em Campo Magro - inundada por um suposto erro de exploração - que virou uma das paisagens mais insólitas que já presenciei.





Depois de algumas barrigadas no grande e lindíssimo lago, rumamos para o Bar do Paulo (Morro da Palha) e, com mais paçoquinha e refrigerante na veia, pegamos nosso caminho até Curitiba (isso já era 13h30min).

Na volta, com 40 km a percorrer, fomos brindados pelo pior retorno que já participei. Após 8 km de pura subida saímos de 740m de altitude e chegamos a 1060m. Uma lomba fodox inacreditável. O desgaste foi geral!

Chegamos em Campo Magro e, pela primeira vez, meu pneu furou. Troca realizada partimos para derradeiras lombas chegando na Av. Manoel Ribas, às 16h15min.





Passando pela região dos famosos restaurantes italianos, na subida do portal, foi a vez do Cap. Nascimento trocar seu pneu traseiro. Pit stop realizado e depois de muitas, mais muitas subidas, lama, poeira, visuais incríveis, mergulho, tombos e intenso cansaço finalizamos a aventura com 80 km pedalados,  às 17hs.


Esse dia vai ficar para a história como um dos pedais mais difíceis que participei! 

Mais detalhes: www.ideiasolta.net.


Fotos by: Leandro Hecko