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terça-feira, 20 de setembro de 2011

Pedágio 277 - Colônia Megulhão

Neste domingo (18) resolvemos que a pegada seria para as bandas do pedágio da BR-277 (praia), com retorno pela Colônia Mergulhão (S.J Pinhais).
O dia estava gostoso e, depois de salvarmos uma família de quero-quero na rotatória do Centro Cívico, Ângelo, Cap. Nascimento, Rafael e eu chegamos ao pedágio sem nenhuma dificuldade. 

Com o cafezinho grátis na veia seguimos para o trecho de terra, que nos levaria para a Colônia Mergulhão.


Entre subidas e descidas, barro e lama chegamos os pesqueiro do Caximbo para o famoso e tradicional espetinho de peixe.



Energia reposta partimos para a parte final do pedal. Dessa vez, para evitar os indesejáveis paralelepípedos do circuito italiano, resolvemos voltar pela Colônia Acioli.
Da Colônia Acioli, chegamos em Borda do Campo e, de lá, ingressamos na BR-277 na altura da Renault.

Depois foram mais uns 16 km até Curitiba, o nosso ponto final.



Dados do Pedal:


Participantes: 4 bikers
Quilômetros rodados: 94 km
Tempo: 5hs
Imprevistos: nenhum
Nível: difícil
Beleza Natural: 4 estrelas (uma até cinco estrelas) 








segunda-feira, 5 de setembro de 2011

Curitiba - Colombo - Alm. Tamandaré - Marmeleiro

Depois de um tempo sem rodar mais de 50 km resolvemos fazer uma pegada/treino para colocar à prova nossa resistência.


Saindo do Centro Cívico, às 9h15min, eu, Cap. Nascimento, Ângelo, Augusto e Rene decidimos que faríamos parte do trajeto do Revezamento das Nascentes. A outra parte do grupo saiu para um passeio pelas bandas de Piraquara.
Passando pela Anita Garibaldi rumamos para Colombo, via Colônia Prado.  

 Na metade do caminho o Cap. Nascimento teve que colocar a mão na graxa para trocar seu pneu.



Em Colombo - o nosso amigo Augusto em franca recuperação pós-acidente despediu-se da galera - e nós pegamos o trecho do Revezamento das Nascentes com destino a Almirante Tamandaré. 

Entre subidas e descidas logo estávamos em Almirante Tamandaré para adentrarmos na Estrada do Marmeleiro. Nesse momento - por volta das 11hs e marcando 45 km de pedal - o sol começou a castigar os bikers. 


Já na Estrada do Marmeleiro colocamos definitivamente a resistência em xeque. As longas subidas e o sol forte tornou o trajeto ainda mais desafiador. 
Porém, todas essas adversidades não foram capazes de superar a nossa garra. Vencida essa estrada era hora de enfrentarmos a última lomba fodox: a subida do lixão.
Com 60 km na bagagem partimos para o ataque final. Subindo, subindo e subindo - e com a musculatura da perna fritando - conseguimos chegar ao seu cume!


Ingressando pela Fredolin Wolf passamos pelo Parque Tingui e depois Parque São Lourenço, chegando ao final do pedal cansados e muito satisfeitos com nossa performance. 


Dados do Pedal:


Participantes: 5 bikers
Quilômetros rodados: 70 km
Tempo: 4h30min
Imprevistos: 1 pneu furado
Nível: difícil
Beleza Natural: 5 estrelas (uma até cinco estrelas) 


  

segunda-feira, 8 de agosto de 2011

Revezamento das Nascentes: A Corrida

Neste domingo (7) depois de muita expectativa a equipe Bicicleta na Veia - formada por Carlos Augusto (Carro de Apoio), Juliana Belache (biker solo feminina) e por mim (biker solo masculino) - zarpou para mais uma aventura de bike: A Corrida de MTB do Revezamento das Nascentes. 


O desafio era percorrer de bike 92 km passando pelos municípios de Piraquara, Pinhais, Quatro Barras, Campina Grande do Sul, Colombo, Almirante Tamandaré, Campo Magro, finalizando a epopéia no Parque São Cristóvão, em Curitiba.


De Piraquara, às 6hs da manhã, partimos para nossa diversão. Eu - que estava correndo em substituição ao biker Carlos Augusto da Silva - larguei para a minha primeira competição oficial de bike, com o numeral 39.


O Trecho

Posso dizer que o trajeto escolhido pela organização foi extremamente belo, duro e seletivo. 
Não bastasse os 92km à percorrer, as subidas que os atletas enfrentaram foram uma das mais impiedosas que já presenciei.

 Passando por terrenos de todo tipo não faltou descidas iradas, dignas de downhill. 
Após 70 km rodados chegou a hora da competição passar pela estrada do Marmeleiro. Eu que já conhecia esse trecho sabia que esses últimos 30 kms de prova iriam dividir adultos de crianças.

E não deu outra! 



Com subidas literalmente de fritar a musculatura e o sol cada vez mais quente muitos atletas foram acometidos pelo cansaço...

Aos 80 Km de prova faltava a última subida. Uma lomba fodox que iniciava no Bar do Canelinha, em Campo Magro, e terminava próximo a estrada do Cerne, quase em Curitiba.
 Com muita garra, cadenciando as pedaladas e mentalizando o trecho final consegui romper todos os desafios do trajeto, sendo acompanhado pelo amigo Cap. Nascimento na parte final do percurso.


Inteiro, são e salvo, finalizei os 92 km às 10h32min, com um tempo oficial de 4h32min. A velocidade média do meu ciclocomputador foi de 20.6km/h e a top speed de 64km/h. 

Com esses dados consegui ficar em 33 lugar na Categoria Solo e em 44 na Categoria Geral - de um total de 170 bikers inscritos... Uma performance sensacional!


Ainda na batalha nossa biker Juliana estava sendo acompanhada de perto pelo Augusto (nosso apoio). Por volta das 14hs ela conseguiu cruzou a linha de chegada, rompendo os 92 km com muita raça. Sua atitude, garra e força de vontade magoaram mais uma vez a sua vontade de desistir... hehehehe...



Parabéns Juliana pela sua garra e força interior! Meu nobre Augusto muitíssimo obrigado por tudo que fez por nós, sem dúvida o melhor apoio da prova...


Organização


Positivo: O percurso escolhido. Os Staffs na orientação do trecho. As placas de sinalizacão colocadas de km em km. O almoço oferecido aos atletas - incluso na taxa de inscrição.

Negativos: Mudança de local da entrega do KIT próxima da data da entrega. Congresso técnico fraco. Erros de marcação de tempo enfrentados pelos bikers que corriam na categoria trio. Falta de fiscais itinerantes para a fiscalização dos competidores. Poucos pontos de hidratação.



Dados do Pedal:



Participantes: 170 bikers (aprox.)

Quilômetros rodados: 92 km
Tempo: 4h32min
Imprevistos: nenhum
Nível: difícil
Beleza Natural: 5 estrelas (uma até cinco estrelas)

Para os resultados oficiais acessem:
http://revezamentodasnascentes.wordpress.com/
 
Fotos by: Carlos Augusto da Silva

 

terça-feira, 26 de julho de 2011

Canelinha - Trilha das Poças

Neste último sábado (23) resolvi participar do pedal com os Curitibikers

Partindo do Parque Barigui, às 13h45min, 14 aventureiros seguiram com destino ao Bar do Canelinha. 
Passando pelo Parque Tingui pegamos a primeira subida forte - da Mascarenhas de Moraes. Musculatura aquecida, descemos a serrinha do lixão em alta velocidade e ingressamos na estrada de terra.

Vencidas outras subidas o grupo chegou inteiro ao Bar do Canelinha.
Após rápido reabastecimento no boteco rumamos para a esperada trilha das poças.
Entre muita lama, escorregões, risadas e um pneu furado todos conseguiram passar com mérito na acidentada e escorregadia trilha. 


Passado o trecho de lama seguimos por terra até os limites de Curitiba.

Após outra subida forte, chegamos na Av.Manoel Ribas, local em que alguns dos aventureiros resolveram fazer um pit stop para lavar as bikes e fugir da bronca da patroa ... hehehehe...
 

Enfim, todos chegaram ao destino final animados e com a certeza de que no próximo sábado a aventura continua!

Dados do Pedal:



Participantes: 14 bikers

Quilômetros rodados: 35 km
Tempo: 3hs
Imprevistos: 1 pneu furado
Nível: leve/médio
Beleza Natural: 3 estrelas (uma até cinco estrelas)

Fotos by: Roberta Cardoso e Júnior Caron

quarta-feira, 20 de julho de 2011

Revezamento das Nascentes - Planilha do Percurso

Em contato com a organização do evento consegui o link descritivo com todo o percurso da prova.


Para acessá-lo é só clicar:

http://webrun.uol.com.br/ondepraticar/mapa/index/id/13261


Ainda, segundo informações oficiais, neste ano, haverá hidratação fornecida pela organização da prova. 

Sem dúvida uma prova interessante!

quarta-feira, 29 de junho de 2011

Dom Pedro -Trilha do Alemão - Graciosa - Morretes

A saudade bateu forte e, neste sábado (25), 8 bikers resolveram que era hora de encarar novamente a Serra da Graciosa.
Partindo às 9h15min do Big (Sta Cândida), seguimos para Quatro Barras, via Alphaville. Ao passar pela região meu pneu furou. Câmara trocada, seguimos para Quatro Barras, local onde paramos para um rápido café.

Ingressando na Estrada Dom Pedro parte do grupo resolveu dar uma esticada até a Ponte do Arco. 



A bela paisagem, cortada pelas fortes subidas e descidas desafiadoras, fazem daquela estrada uma excelente opção para a prática do ciclismo.
 Com a chegada de todo o grupo na Ponte do Arco - inclusive do nosso carro de apoio pilotado pelo nobre amigo Djeferson - retomamos o pedal.



Com mais uma pegada forte foi a hora de esperar o restante dos bikers na entrada da Trilha do Alemão. Como o pessoal estava em ritmo de cicloturismo, Cap. Nascimento deu a ideia de sinalizar a entrada para podermos continuar com nosso pedal. E assim foi feito!


Finalmente pude estrear a Trilha do Alemão de bike. Uma excelente opção para quem não resiste a uma trilha técnica, com muitas pedras e barro.




Chegando na Serra da Graciosa fomos recepcionados por uma fina garoa e uma aveludada cortina de neblina. 


O tráfego intenso, a neblina, a garoa, o piso molhado e escorregadio exigiu atenção redobrada, pois sabíamos que uma falha poderia ser o fim do passeio e o início de mais uma visita ao Hospital de Morretes.


Porém, descemos o histórico trajeto sem problemas maiores. Ajudamos a Super Kátia na troca de sua retalhada câmara traseira - culpa do Cap. Nascimento - e rumamos para o trecho final da serra.

Em São João da Graciosa a Super Kátia e sua fiel escudeira Simone - que haviam ido de carro até o portal da Graciosa para descer a serra de bike - resolveram almoçar em Antonina, os demais tinham encontro marcado no Restaurante Rota do Sol, em Morretes.




Os 13 km finais foram percorridos rapidamente quando, finalmente, ultrapassamos a igrejinha e avistamos as imponentes palmeiras imperiais do Colégio - o restaurante fica na frente. 

Era hora do merecido almoço!


Entre muito bate-papo e confraternização não faltou cervejinha gelada com muito camarão... hehehehe...


No retorno, o nosso carro de apoio - pilotado pelo Djeferson - estava à postos. Com as bikes todas na carreta era hora de subir a serra.
A noite já tomava conta do céu quando chegamos ao nosso ponto final, felizes e satisfeitos por mais um super pedal.


Dados do Pedal:



Participantes: 8 bikers

Quilômetros rodados: 72 km
Tempo: 4hs
Imprevistos: 2 pneus furados
Nível: médio
Beleza Natural: 5 estrelas (uma até cinco estrelas)